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Por Isadora de Almeida 09.10.2018

John Lennon: além de músico, cantor foi grande ativista pelos direitos humanos

Além de fazer parte dos Beatles e ser um grande músico solo, John Lennon também focou parte de sua vida no ativismo pelos direitos humanos. O britânico se mudou para Nova York com a sua esposa Yoko Ono e foi espionado pelo governo do presidente Richard Nixon, chegando até a quase ser deportado do país.

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Entre as causas que Lennon lutava, o fim da guerra do Vietnã foi a principal, mas não a única. Causas como a descriminalização de drogas, direitos das mulheres e trabalhadores e a paz mundial.

Guerra do Vietnã
O envolvimento de John Lennon na Guerra do Vietnã foi tão grande que o cantor britânico chegou a ser perseguido pelo governo norte-americano, que o considerava um rebelde idealista. Muitas músicas importantes da carreira solo do ex-Beatle foram criadas nessa época, como “Give Peace a Chance” e “Merry Christmas (War is Over)”.

Próximo aos Panteras Negras
No círculo de amizades do cantor em Nova York estavam líderes do grupo Panteras Negras, que lutavam pela igualdade racial nos Estados Unidos, assim como os ativistas Ângela Davis e Bobby Seale.

Concerto para John Sinclair
Após o poeta e ativista John Sinclair ser condenado há 10 anos de prisão pelo porte de dois baseados, John Lennon participou de uma manifestação de libertação do amigo – que pressionou a soltura de Sinclair.

  • John Lennon e Yoko Ono Foto: Divulgação/Wikipedia Commons
  • John Lennon e Yoko Ono Foto: Divulgação
  • John Lennon e Yoko Ono Foto: Divulgação/Yoko Ono Lennon
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