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Lady Di vira ícone gay em conta do Instagram

Tudo começou com uma foto da princesa Diana de cabelo curtinho, camiseta de mangas compridas e meias esportivas. Lauren Pellerano Gomez, que é editora do Boston Art Review, comentou com os amigos que Lady Di “parecia gay” [o que é uma comparação preconceituosa, obviamente] e foi essa a expressão que ela pesquisou para ver se já existia alguma conta ou hashtag que comentava o assunto. Para sua surpresa, não havia. E assim nasceu @princessdianalookinggay.

https://www.instagram.com/p/BjftbMkh8Ro/?taken-by=princessdianalookinggay

A conta do Instagram compartilha imagens da mãe dos príncipes William e Harry, que era uma aliada e ativista dos direitos da comunidade LGBTQ+, com looks muito semelhantes aos usados pelas “lésbicas do centro de Los Angeles”, segundo afirmou Lauren ao site Vanity Fair. Seja usando terno e gravata borboleta, conversando de perto com outra mulher ou carregando uma raquete de tênis, as imagens confirmam que Diana tinha um visual andrógeno que podia ser facilmente comparado com tendências adotadas por algumas lésbicas.

A brincadeira, que começou em junho, mês em que é comemorado o Orgulho Gay, ganhou seguidores e, atualmente, a conta é seguida por mais de 2.200 pessoas. Lauren disse esperar que as pessoas deem risada e mantenham as coisas leves, além de aceitar sugestões de memes sobre o tema: “quero que todos sintam que podem se envolver da maneira que quiserem”.

https://www.instagram.com/p/Bjhu5JHhD_k/?taken-by=princessdianalookinggay

As imagens, que ganharam legendas muito bem humoradas, são para Lauren a prova de que as lésbicas não ganham o devido valor no mundo fashion, diferente do que acontecem com os gays, que são considerados ícones nessa área. “Um momento crucial para mim, em termos de mídia, foi há alguns anos quando o The New York Times publicou um artigo em que reconheciam que cada momento da moda vem da cultura lésbica. Achei que foi a maior validação que acontecer em toda minha vida. (…) Historicamente, homens gays são vistos como ídolos, em termos de criar estilo”, explicou a editora.

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