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Água já tem, agora a Nasa mostra formas de viver em Marte

Depois da descoberta de água em Marte, a Nasa já está pensando em meios de viabilizar que humanos morem no planeta. Por meio de um concurso, a organização premiou 5 times que criaram modelos em 3D de possíveis formas de viver em Marte.

Para criar a projeção, as equipes usaram um software de Building Information Modeling, que garante que os designs sejam estruturas funcionais, criadas com muitos detalhes. É preciso levar em conta a espessura das paredes, a pressão do planeta, como o ar seria filtrado, como o planeta aquece e tudo mais.

Cada projeto possui pelo menos 92 mil metros quadrados, espaço suficiente para que quatro pessoas possam morar, com lugar para máquinas e toda a estrutura suficiente para viver em um planeta diferente da Terra. Eles também podem ser criados através de robôs e impressoras 3D, para que humanos possam ocupar assim que pousarem em terra firme.

O próximo passo é, no ano que vem, construir impressoras 3D que seriam capazes de reproduzir miniaturas das estruturas, para ver como elas funcionariam fora do papel.

Veja abaixo vídeos de cada uma das construções:

O primeiro lugar ficou para o Zopherus, uma grande máquina que faz impressão 3D de cômodos. Com estruturas como se fossem patas, a máquina estaciona em um local, imprime digitalmente um cômodo e se move para o lado, para criar o próximo. Todo material usado na construção é encontrado no próprio planeta, através de robôs.

AI SpaceFactory mostra como um cilindro vertical é a forma mais eficiente do uso de espaço e também a mais fácil de ser impressa digitalmente por 3D. No vídeo, eles explicam como pensaram na isolação térmica e criaram um espaço seguro, funcional e muito interessante.

Kahn-Yates se preocupou em colocar espaço para entrada de luz natural e até mesmo para árvores dentro de suas habitações – o que melhoraria a criação de oxigênio internamente.

SEArch+/Apis Cor se preocupou também em maximizar a luz natural dentro de sua estrutura e minimizar a exposição a radiação. Esse design pode ser construído em áreas inclinadas também, o que expande as possibilidades de ocupação pelo planeta.

Northwestern University pensou em otimizar a facilidade na hora da construção: um molde inflável que serve como base para a impressora criar a cúpula.

 

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