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Retrato de Alok feito por Gabriel Wickbold é arrematado por R$ 120 mil

Foto: Divulgação

Alok foi um dos retratados para a série “Naive” do fotógrafo Gabriel Wickbold. A obra que intenciona questionar a relação homem e natureza, traz o rosto de Alok craquelado e remete à construção de uma narrativa que fala sobre corpo, natureza, conectividade, envelhecimento e luz.

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O trabalho foi arrematado por R$ 120 mil durante a inauguração da nova galeria de Wickbold, em São Paulo. O valor integral da venda será destinado aos projetos apoiados pelo Instituto Alok em benefício de comunidades indígenas.

A ideia de retratar o músico brasileiro surgiu na semana passada quando Alok e artistas indígenas foram à sede da ONU, em NY, fazer um chamado para o protagonismo dos povos das florestas em soluções da crise climática.

“Essa semana, em NovaYork, aconteceu um encontro na sede da ONU. Fui convidado para fazer uma exposição nesse mesmo evento pelo meu amigo de longa data Otávio Toledo. Fiquei muito honrado com o convite, mas pensei em como poderíamos unir forças e também contribuir com o projeto. Foi aí que surgiu a ideia de produzir quatro obras inéditas da minha série ‘Naive’. Convidei o Alok para ser o meu modelo. O valor vai ser revertido para o Instituto Alok em benefício dos indígenas”, diz Wickbold.

Ainda na ONU, Instituto Alok e Pacto Global iniciaram a criação do Fundo Ancestrais do Futuro para que empresas e cidadãos possam contribuir financeiramente em ações voltadas à comunidade indígena.

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