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Maikão, uma voz nova pintando por aí

Compositor, baterista, percussionista, ativista e pesquisador das manifestações musicais afro-brasileiras, Maicon Facchin Araki, o Maikão, pede licença na cena musical brasileira com a proposta de provocar reflexão, sensibilização corporal e, claro, entreter ao público.

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Aos 32 anos, filho de descendentes de italianos e japoneses, lança projeto original solo que dá voz e visibilidade aos ritmos do interior de São Paulo, como samba de lenço e batuque de umbigada com maracatu e demais sons derivados da percussão miscigenados aos timbres e concepção da música eletrônica.

“O meu ativismo é levar essa mensagem de reintegração com a natureza, reconhecimento da força e unir as utilidades aos agradáveis. Eu acredito na potência da mensagem que a música pode provocar e na abertura ao diálogo que é capaz de fazer”, diz.

É ministrante de oficinas e vivências de terapia musical para terceira idade, realizadas no Sesc e no Centro Dia do Idoso “Irmã Maria Luigia Moschini”. Integra o Samba de Lenço – “Mestre Antônio Carlos Ferraz” e é colaborador do Batuque de Umbigada da cidade de Piracicaba.

Crédito do vídeo: Binho Benvenuti.

 

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