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“Prefiro um projeto meu cruzando barreiras do que sair do País por sair”, diz Cauã Reymond

Por André Aloi

Cauã Reymond acaba de voltar de férias! E está produzindo um filme, com Laís Bodansky (do renomado “Bicho de Sete Cabeças”), em que interpretará Dom Pedro I – ainda sem data de estreia. O ator diz já ter recebido alguns convites para trabalhar fora do Brasil, mas hoje em dia não se vê focado no mercado internacional, pois aqui está com gente do melhor calibre. “Fui amadurecendo e entendendo o que quero e o que não quero mais”, pontua.

Ir para os Estados Unidos ou algum outro país pra ficar, entrar numa série, “você fica envolvido muito tempo”, afirma ele, comentando que o contrato para um jovem ator lá fora prende – e muito. “Eu prefiro ver um desses meus projetos cruzando essa barreira do que sair do País por sair. Quero que um desses projetos chame a atenção. Se mais convites surgirem (para atuar), vou estar super aberto”.

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Esses trabalhos a que se refere são como produtor ou como coprodutor. Cauã esteve por trás das câmeras em “Alemão” (de José Eduardo Belmonte, lançado em 2014), “Tim Maia” (de Mauro Lima, também do ano passado) e “Curva do Rio Sujo” (Felipe Bragança). Na TV Globo, emendou papeis como ator nas minisséries “Amores Roubados” e “O Caçador”, além da novela “A Regra do Jogo”. Também gravou a minissérie “Dois Irmãos”, que segue engavetada e não tem previsão de estreia.

Aqui no Brasil, ele explica que consegue manter uma vida tranquila e lida bem com o assédio no Rio de Janeiro, onde mora. “Eu paro e converso com os fãs. Se estou em uma ligação importante, deixo a pessoa saber. Acho que sou simpático por natureza, meu avô era assim. Isso foi muito importante na minha criação. Pra mim não é um grande desafio”.

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Como começou jovem, se diz muito responsável com o que faz. “Sou criterioso com as pessoas com quem trabalho. O artista tem que ter uma relação legal com o público dele. Eu tento seguir meu instinto, sinto que sou muito bem assessorado. Levo meu trabalho muito a sério. Me preocupo, quero sempre apresentar um bom trabalho, e não só um trabalho em termos de dramaturgia”, avalia. “Tenho trabalhos que foram destaque, tanto de críticos, quanto de público. Como todas as carreiras, inclusive as mais geniais, sinto que eu venho conquistando um espaço sólido”.

E se pudesse dar um conselho para o Cauã de quando começou, na época de Mau Mau, da “Malhação”. Qual seria? “Continuar a levar a sério da mesma forma que faço hoje. Me sinto mais amadurecido, meu olhar através da experiência que conquistei é mais amplo. Consigo enxergar melhor as coisas. Mas tudo o que acontece hoje, eu já tinha desejava que acontecesse naquela época. Tentei subir degrau por degrau”.

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Cauã acaba de voltar de férias com a namorada, a apresentadora Mariana Goldfarb. Estavam curtindo na África do Sul, segundo ele, e foi muito bom. “Eu surfei em Jeffreys Bay, que é conhecida como uma das maiores ondas,e foi onde teve o ataque àquele surfista (Mick Fanning) ano passado. Falaram para eu nunca entrar no mar sozinho, pois caso o tubarão me pegasse, teria 50% de chances para mim e pra outra pessoa. Dei sorte, peguei um mar bom. Fiz safáris e visitei parques nacionais”.


NAS TELINHAS
Longe da TV desde “A Regra do Jogo”, Cauã Reymond voltará às telinhas no segundo semestre, na minissérie “Justiça”, provavelmente em agosto. Na trama, ele viverá par romântico com Marjorie Estiano. Dirigida por Mauro Mendonça Filho, mesmo diretor de “Amores Roubados”, será rodada em Recife (PE).

RG encontrou com o ator, na noite desta quinta-feira (14.04), no lançamento da exposição #MrLegs, que aconteceu no Museu da Casa Brasileira. A expo foi clicada por Victor Collor para uma marca de calçados.

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