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Cauã Reymond: nossa capa

Eis nosso muso da edição de novembro, já nas bancas. Vem saber

Aí a gente entra no estúdio e está o Cauã Reymond. Alguns segundos para se recompor. Estamos diante de um dos homens mais bonitos de que se tem notícia (pelo menos, de que a gente tem notícia). Acontece que todos os atributos do cara se multiplicam ao vivo. Devidamente recompostos, o Cauã sorri, e nocauteia a gente outra vez. E que sorriso ele tem. Sorri com a alma. Motivos não faltam: é um dos atores mais requisitados do seu tempo, respeitado pelo seu talento, da tal geração saúde carioca e tem uma Grazi Massafera, mulher de atributos generosos, para chamar de sua. Para coroar os supracitados, descobriu há pouco que vai ser pai, o primeiro filho, o sentido da vida, como disse o próprio na entrevista.

A ótima fase explica a nossa escolha: Cauã é capa de RG de novembro, que acaba de chegar às bancas. O time envolvido ajuda: styling de Thiago Ferraz, make de Saulo Fonseca, imagens do incrível Paulo Vainer, produção executiva de Maíra Goldschmidt e texto delicioso de Dudi Machado. Fora a supervisão via skype (tempos modernos, babe) de Giovanni Bianco, o cara, os olhos de Piera Paula… Enfim, muita gente para chegar ao resultado que você vê agora, um Cauã lindo (olha a redundância aí), revelado, mais maduro.

Pois voltemos ao estúdio: dono de si, nosso personagem sabe de tudo, fala de tudo, sorri pra vida. E dança. “Tem The Smiths no iPod?”, pergunta. Pra você, temos tudo. Play no “Charming Man”. Aí o Cauã dança, canta. E sugere uma voadora. “Aprendi quando criança, era fã desses filmes de arte marcial”, explica. Fez-se a foto, eis o pulo do gato, e que gato.

Para além de Cauã Reymond, nossas páginas crescem com outros gigantes. Exemplos? Um relato de Milton Nascimento sobre o seu amigo, o saudoso River Phoenix. O que mais? Num furo de reportagem, mostramos a casa de Monica Bellucci e Vincent Cassel no Brasil. Ah, e as nossas divas: Liz Taylor, Claudia Raia, Lady Gaga, Dona Canô, Isabeli. Vamos parando por aqui, porque não há nota que substitua a revista, em mãos, nas suas mãos. Já pras bancas!

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